ProTeste pede gratuidade na troca de operadoras
A partir de agosto, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) dá início à portabilidade, que permite aos usuários trocar de operadora de telefonia fixa ou móvel e continuar com o mesmo número. A Associação de Consumidores ProTeste enviou ofício à agência onde solicita que nenhuma cobrança seja feita ao consumidor que queira fazer essa troca.
O presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, declarou recentemente que não pretende impor um valor para a mudança desde que seja módico. De acordo com a ProTeste, países europeus como Bélgica, Itália, Portugal e Espanha não cobram pela portabilidade.
Para a associação, se não houver gratuidade na mudança, praticamente a portabilidade não sairá do papel. “Para que o processo garanta maior concorrência entre as empresas e melhoria efetiva do serviço prestado a adesão dos consumidores deve ser fácil, rápida e gratuita”, destaca a coordenadora institucional da ProTeste, Maria Inês Dolci.
Em nota, a associação destaca também que a mudança já é dificultada por conta dos contratos de fidelidade que obrigam os usuários a pagar multas em casos de rompimento do acordo. Atualmente, o Brasil tem mais de 130 milhões de celulares e 40 milhões de linhas fixas.
Pesquisa mostra que usuários guardam em vez de reciclar celulares velhos
Estudo da Nokia com 6.500 consumidores revela que 44% dos usuários mantêm celulares antigos em casa; só 3% reciclam.
Se cada um dos 3 milhões de usuários de celular do mundo reciclasse um aparelho, teríamos 240 mil toneladas de materiais brutos que poderiam ser reutilizados. E a redução de emissões de carbono com a reutilização destes materiais equivaleria à retirada de 4 milhões de carros de circulação, alerta a fabricante Nokia.
No entanto, a maioria dos celulares antigos é deixada no armário em vez de ser reciclada, revela uma pesquisa global feita pela fabricante finlandesa.
Apenas 3% dos 6.500 usuários que participaram da pesquisa responderam que reciclaram seus antigos celulares. Felizmente, apenas 4% acabaram em aterros, revela o estudo. No entanto, mais de 44% dos celulares são guardados em casa. Muitos consumidores também disseram que doam seus celulares antigos familiares e amigos, ou mesmo vendem os aparelhos.










