Mauro – Pessoal

Postagens pessoais de interesse geral

… e a nossa poupança “imexível” …

Publicado por Mauro em 13/Mai/2009 - Quarta-feira

IRRF Pois é… cada dia que passa o futuro é mais previsível…

Como?

É só ver o que é prometido e saber que não será cumprido!!!

A Caderneta de Poupança cujo último ataque foi o bloqueio no Plano Collor agora levará um ajuste nas suas regras para se adaptar ao cenário econômico afetado pela crise. Afinal de contas o Leão não pode morrer de fome!!!

Seguem as novas regras segundo o Jornal Valor:


Para evitar o risco político de mexer no rendimento de 0,50% ao mês mais TR para a poupança, o governo criou um complexo sistema de tributação para as cadernetas, com o objetivo de impedir que elas se tornem mais atrativas que a aplicação em instrumentos de renda fixa tradicionais.

A tributação, que incidirá sobre o rendimento da poupança – e não sobre o saldo -, vai depender do nível da Selic e só atingirá a parcela do saldo depositado acima de R$ 50 mil. A alíquota do imposto será a da tabela progressiva do Imposto de Renda, que pode ser de 7,5%, 15%, 22,5% e 27,5%, dependendo da faixa de renda.

A apuração e o recolhimento serão feitos no momento da declaração anual de ajuste do IR, para evitar que o investidor tenha várias poupanças com saldo abaixo do limite de R$ 50 mil. Como o novo imposto só valerá a partir de 2010, o primeiro ajuste só será feito quando o contribuinte entregar a declaração em 2011.

Vale destacar, no entanto, que o governo criou um redutor da base de cálculo do imposto. Quanto menor a Selic, mais alto será o imposto efetivo pago na poupança. Atualmente, a taxa básica está em 10,25%.

Veja a abaixo como fica a tributação, que incidirá sobre o rendimento da parcela do que saldo que for maior que R$ 50 mil:
- Selic acima de 10,50% – redutor de 100% e base de cálculo de 0%.
- Selic de 10,50% a 10,00% – redutor de 80% e base de cálculo de 20%.
- Selic de 10,00% a 8,75% – redutor de 70% e base de cálculo de 30%.
- Selic de 8,75% a 8,25% – redutor de 60% e base de cálculo de 40%.
- Selic de 8,25% a 7,75% – redutor de 40% e base de cálculo de 60%.
- Selic de 7,75% a 7,25% – redutor de 20% e base de cálculo de 80%.
- Selic abaixo de 7,25% – redutor de 0% e base de cálculo de 100%.

Em um exemplo, para uma Selic de 9,25% ao ano, o investidor com R$ 150 mil aplicados na poupança terá a seguinte tributação. A base de cálculo seria o rendimento obtido com os R$ 100 mil, mas como existe o redutor de 70%, a base cai para R$ 30 mil. O imposto a ser cobrado incidirá sobre o rendimento sobre esses R$ 30 mil ao longo do ano. Com uma taxa anual próxima de 7% da poupança, o rendimento será de R$ 2,1 mil. Sobre este valor é que haverá incidência de IR, conforme a renda tributável total do contribuinte.


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Tráfego aéreo em 24 horas

Publicado por Mauro em 24/Mar/2009 - Terça-feira

Recebi de um amigo o vídeo a seguir…

O tempo deste clip é de 1m12s e representa 24 horas de um dia inteiro das viagens de aviões que são feitas. Cada segundo de filme representa 20 minutos reais.

Cada pontinho amarelo representa um vôo com pelo menos 250 passageiros. Note que os vôos dos EUA para a Europa partem principalmente à noite, sendo a sua volta diurna.

Pela imagem que o sol imprime no globo, pode-se dizer que é verão no hemisfério norte. Isto porque ele quase não se põe no pólo norte e no pólo sul quase não aparece.

 

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A Crise

Publicado por Mauro em 22/Fev/2009 - Domingo

Recebi de um amigo o vídeo a seguir em que, numa entrevista, a crise é explicada de forma bem simples. Recomendo “aprender” o que está acontecendo!!

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Crise – visão pessimista e otimista

Publicado por Mauro em 22/Jan/2009 - Quinta-feira

otimpess1Primeiramente devemos entender que uma crise é um momento quando surge uma anormalidade naquilo que estava em ordem.

Pessimista

O pessimista fica alarmado por ter de mudar a rotina, que podia não ser maravilhosa, mas ele conhecia e sabia como conviver. O pessimista acorda sempre achando que nada vai mudar para melhorar a situação, e que se algo mudar será para piorar mais ainda.

Quando chega a notícia de que uma crise chegou, ele se vangloria de ter antevisto a crise e que o final dos tempos está chegando; tudo o que foi feito até então é inútil e foi em vão. Um novo patamar de desgraça chegou e vamos ter de nos adaptar a ele.

Otimista

O otimista, por sua vez, vê na mudança da rotina a possibilidade de evoluir melhorando ainda mais as suas novas atividades, ele não se contenta em saber fazer o que pedem, busca novos desafios. O otimista acredita que sempre conseguirá vencer novos desafios no dia seguinte, melhorando a sua situação, bem como a de todo o mundo! Continua na busca por um mundo melhor para todos.

A notícia de uma crise o faz imaginar milhares de novas possibilidades, uma vez que alguns paradigmas costumam ir por água abaixo quando surge uma crise, e mostra que alguns fatos imutáveis, precisam mudar.

Equilíbrio…

Ter a visão do otimista nos dá razão para acordar, e a do pessimista nos faz ponderar os erros do passado e suas conseqüências.

Ponderar as visões é o grande desafio, mas se o objetivo atual é superar a crise, devemos dar um pouco mais de crédito para o otimista, sem esquecer o pessimista.

Se o que fazíamos deixou de ser ideal, devemos buscar em nossas aptidões novas alternativas, pois é só fazendo algo que conseguiremos merecer as recompensas que desejamos. Ficar parado não resolve nada!

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Folha Online – Dinheiro – Governo poderá financiar imóveis de até R$ 500 mil – 11/01/2009

Publicado por Mauro em 11/Jan/2009 - Domingo

reduzircustosCom base nas crises global, nacional e local (Itajaí-SC  afetada pelas enchentes) acredito que seja interessante ler o artigo publicado na folha sobre a possibilidade de maior financiamento para a área imobiliária!

Boa leitura.

Folha Online – Dinheiro – Governo poderá financiar imóveis de até R$ 500 mil – 11/01/2009

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